INTERIORIZAÇÃO
A
chegada da Irmandade no interior maranhense deu-se nas décadas de 70/80,
período de grandes resultados do programa de expansão de A.A., no Maranhão. A primeira célula interiorana foi instalada em
Timon. A iniciativa foi do companheiro Silvio. Recém-chegado de Recife (PE).
Ele comandou a primeira reunião no Centro Operário Artístico Timonense, no dia
25 de junho de 1976.
A data marca a fundação do Grupo União. Foram 12 pioneiros
que aceitaram o Programa de Recuperação
proposto pela Irmandade. Algum tempo depois, o Grupo suspendeu suas atividades,
fato provocado pelo número de recaídas. Mas, a semente plantada insistiu em
germinar e, com a ajuda dos companheiros de Terezina(PI), que faz divisa com a
cidade maranhense, foi reativado o funcionamento do grupo. A reabertura deu-se
em 19 de janeiro de 1980.
Em
1981, foi a vez de Imperatriz receber a mensagem A.A. a iniciativa foi do companheiro Antunes (cearense de
Independência), mas radicado em Goiânia antes de deslocar-se à região Tocantina
maranhense. Ele era Relações Publicas da Transportadora Goasil e foi nessa
condição que aportou em terras Imperatrizenses.
Integrante
do Grupo Anhaguera, Antunes começou mobilizando moradores da comunidade de
Fátima, ajudado por grupos da paróquia com a colaboração do pároco , Frei
Tranquilino. O padre cedeu uma sala da Igreja Consagrada a Nossa Senhora de
Fátima para as reuniões e na manhã de 11 de outubro de 1981, com 34 pessoas
presentes, constitui-se o Grupo 14 de Junho de Imperatriz.
Em
Pedreiras, o primeiro sinal aconteceu em julho de 1987, levado por uma caravana
de São Luis, aconteceu a Primeira Reunião de Informação ao Público. Presentes
entre outros, o companheiro José Roberto. Um ano e cinco meses depois, no
Reunião de Informação ao Público, desta vez por iniciativa do Rotary Club.
Nesta, na platéia, estava o saudoso companheiro Pedro V. (falecido). Roberto e
Pedro, buscaram então mais informações de como formar o Grupo e em 25 de
fevereiro de 1989 fundaram o Grupo fraternidade de A.A..
Em
Lago da pedra a mensagem chegou por intermédio da Irmã Marta.
Ela
assistiu uma reunião em São Luis e convidou os companheiros para irem ao
município mostrar o trabalho de A.A.
o primeiro encontro aconteceu em 04 de setembro de 1988 no Salão Paroquial da
Igreja São José.
Em
Caxias a iniciativa de constituir o primeiro Grupo de A.A., coube a dona
Petronila, funcionária da Assistência Social Municipal.
Habitual
condutora de doentes alcoólicos para o Hospital Psiquiátrico de Teresina (PI),
ouviu um dia, de um médico, informações sobre a existência de Alcoólicos
Anônimos. Decidiu, então, convidar a sociedade Caxiense para uma reunião na
qual foi apresentado o Programa de Recuperação da Irmandade.
É
inegável que o crescimento do A.A.
Maranhense somente ocorreu a partir da década de 70, com e definitiva
estruturação do Grupo Central.
Entretanto, não há como negar que tal crescimento somente encontrou apoio
logístico com a criação de Central de
Serviços (hoje ESL/A.A. no Maranhão).
Se
o Grupo Central foi à fundação, a
base de tudo, a Central de Serviços por sua vez, foi à coluna, o arrimo sobre o
qual vem sendo construído o grandioso edifício do Amor e Fraternidade que
simboliza toda Irmandade de Alcoólicos Anônimos.
Acontecimentos
como a interiorização de A.A. no
Maranhão, somente tiveram fomento com a criação da Central de Serviços e, já no segundo lustro dos anos 80, a criação
de grupos de A.A. no interior do
estado sobrepujou, com larga margem, a fundação de grupos na capital. Ao
acompanhar a criação da Coordenação de Área, e organograma de atividades de
Alcoólicos Anônimos.
Tudo
como resultante do trabalho de homens e mulheres que, sem fazer alardes de suas
qualidades e de suas tarefas, dedicam-se diariamente, por horas e horas, ao
edificante trabalho de salvar vidas, resgatar a dignidade, reconstruir lares e
reintegra novos membros à sociedade.
O
saudoso companheiro Magno faleceu em
14 de fevereiro de 1994.
Dona Ariadne esposa do companheiro Magno, faleceu em 13 de dezembro de 2013.
REFLEXÃO DIÁRIA
ATINGINDO O FUNDO
16-01-2014
Por que toda esta insistência que todo A.A. deve primeiro atingir o fundo do poço? A resposta é que poucas pessoas tentarão praticar o programa de A.A. sinceramente, a menos que tenham chegado ao fundo. Pois praticar os restantes onze Passos do programa, significa a adoção de atitudes a ações que quase nenhum alcoólico que está ainda bebendo pode sonhar em fazer.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES
Atingindo o fundo do poço minha mente abriu e fiquei disposto a tentar algo diferente. O que tentei foi A.A. Minha nova vida em A.A. pode-se comparar com aprender a andar de bicicleta pela primeira vez; A.A. tornou-se minha bicicleta de treinamento e minha mão de apoio. Não é que eu desejasse tanto a ajuda; simplesmente não queria voltar a sofrer essas coisas novamente. Meu desejo de evitar voltar ao fundo novamente foi mais forte que meu desejo de beber. No começo isso foi que me manteve sóbrio. Porém. após algum tempo, descobri a mim mesmo trabalhando os Passos o melhor que podia. Em breve percebi que minhas atitudes e ações estavam mudando aos poucos. Um Dia de Cada Vez, senti-me bom comigo mesmo, com os outros, e minhas feridas começaram a cicatrizar. Agradeço a Deus pela bicicleta de treinamento e a mão de apoio que escolhi chamar de Alcoólicos Anônimos.
TEM UM DESEJO SINCERO DE PARAR DE BEBER?
PROCURE-NOS
GRUPO ESPERANÇA DE FÁTIMA DE A.A.
IGREJA SÃO VICENTE DE PAULO - APEADOURO
SÃO LUIS - MARANHÃO
REUNIÕES - 3ª, 6ª E DOMINGOS ÀS 19:00 HORAS